sábado, 26 de setembro de 2009

Não votem



Enjoy

Um pedaço de história

A primeira entrevista de Nélson Mandela.



Enjoy

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A mira

É fácil perder a mira. É fácil deixar que a agenda preenchida nos faça esquecer do que começámos por perseguir. Esquecemo-nos do que queríamos fazer, das mensagens que queríamos passar, do que queríamos conquistar. Entramos na teia da rotina, com todos os seus vícios e maleitas, e deixamos de ter força para correr pelo que queríamos. Às vezes, é mesmo preciso gritar.

sábado, 8 de agosto de 2009

Walk away

E quando se chega à conclusão que menos se queria?

Walk Away, Ben Harper




Enjoy

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

«Se vier um tsunami, não me levanto»

Dia de mar zangado. É sempre assim, levanta-se o mar, levantam-se as ondas, acelera o coração. Hoje, dia de mar zangado, deixei-me ficar na areia. Foi preciso ponderar. É nestes dias, em que o mar se zanga, que os homens se distinguem dos ratos, é nestes dias que se apanham as ondas verdadeiramente memoráveis. Mas hoje deixei-me ficar pela areia. A custo, deixei prancha em casa e, em vez dos pés de pato, levei o mp3 e um maço de Marlboro Lights. Feitas as contas, a nossa estimada Costa dá ondas todo o ano e nem sempre é fácil ter a tropa toda reunida.

A família aqui pela «mais bela praia de Portugal» está reunida. As vidas já não permitem temporadas de meses, de semanas e semanas em festa. Agora, é preciso saber concentrar os esforços e fazer render os dias entre a areia nem sempre quente e as noites bem regadas a caipirinhas e minis. Hoje, no dia das melhores ondas dos últimos meses deixei-me ficar pela areia. Entre um cigarro e umas dezenas de musiquinhas em formato digital. A frase, acabou por me sair: "Se vier um tsunami, não me levanto." Só posso ter escolhido bem.

The Subways, Rock n' Roll Queen



Enjoy

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Gone for the summer





Beastie Boys, Suco de Tangerina



Enjoy

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O jogo do Se

A história é conhecida. Pouco antes de morrer, Jimi Hendrix conheceu Miles Davis. A empatia foi imediata. Tornaram-se amigos e, reza a lenda, companheiros de Jam Sessions. Miles, aparecia sem ser convidado. Batia à porta e entrava. Sem grandes conversas e sem saudações desnecessárias, para tocar, normalmente, trancavam-se. Hendrix era conhecido por acabar as noites de concerto a tocar em bares ao acaso. Quem estivesse, participava. Quem tivesse coragem, subia ao palco. Não é difícil advinhar como se conheceram.

Foi assim que, do outro lado do Mundo, Clapton conheceu os Beatles e que estes se cruzaram com os rivais Stones. Foi assim, que Hendrix se cruzou com Jim Morrison. As gravações - que algum bartender afanado teve o bom senso de fazer - só agora começaram a aparecer. O som é miserável, mas há produtores que fazem magia e, mais cedo ou mais tarde, o disco aparecerá. Nunca ouviremos o som que Hendrix e Miles Davis queriam fazer. O disco nunca chegou a ser gravado. Na altura, o baixista desejado, Paul McCartney, não estava disponível e Hendrix apressou-se a morrer. No funeral, pediram a Miles Davis para tocar. Segundo o In a Room Full of Mirrors, de Charles R. Cross, Davis, que nunca mais foi visto num funeral, recusou e disse que não saberia o que tocar.

Como seria um disco gravado pelo Jimi Hendrix e pelo Jim Morrison?



Enjoy